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Fraternidade de São Lourenço

 

 

JUVENTUPaPa

 
Rounded Rectangle: Fraternidade de São Lourenço
 
  
JUVENTUPaPa
 

 

 

 

Irmãos da Fraternidade 

 

 

Frei Bernardino Lima:

Vice-Provincial

 

 

 

                                          

 

 

 Frei Baessa Silva, Guadião e Mestre dos Pós-Noviços

 

 

Frei José Carlos Gomes   

 

Pós-Noviço

Frei Alcindo do Rosário Lima        Pós-noviço

 

 

 

Frei José Manuel  Mendes

 

Pós-Noviço

Frei Lourenço Faria Rosa 

Pároco

Frei Domingos Alves Mendes 

Vigário Paroquial

                                                                                                                                                                                                                                     

 Contacto:

 

       Ilha do Fogo

       Paróquia de São Lourenço C. P. 66

       Telefone: (00238)2812587

Vida Fraterna

A fraternidade de São Lourenço apesar de ser reduzida, faz a assistência espiritual

à vários fiéis e fazem a vida fraterna.

 

Paróquia de São Lourenço

 

 

 

Eucaristia:

 

       São Lourenço: Igreja Paroquial às 9h

       Ponta Verde. às 16h30

       Galinheiro: às 16h

       Campana Baixo: às 10h

       São Jorge: às 11h30

       São Francisço: às 11h

       Campanas de Cima: às 15h aos sábados

 

Grupos de Animação:

 

        Legião de Maria

        Escuteiros

        Jufra

        Ordem 3ª Franciscanas

 

Abertura do Ano Pastoral

 

A Paróquia de São Lourenço na ilha do Fogo, na última semana de Outubro,                      deu-se a abertura do ano pastoral e contou com todas as forças vivas da paróquia na           Igreja Paroquial  de São Lourenço.

 

 

O Programa da Pastoral Caquéctico.

 

CALENDARIZAÇÃO DA CATEQUESE

 

 

   Há Centros de formação Infantis

 

Uma pequena história da vida do Padroeiro da Paróquia

 

 No dia 10 de Agosto na Ilha do Fogo celebra-se o dia de São Lourenço.

 

A História da vida de São Lourenço

 

        Lourenço era diácono da Igreja de Roma pelos anos 250. Tinha como encargo administrar os bens da           Igreja,bem como auxiliar os pobres e levar a Eucaristia consagrada pelo Papa às Igrejas das vizinhanças de         Roma. A sua imagem, aureolada de lenda já nos escritores bem próximos deles (como Prudêncio), nos é         familiar no gesto, fixados pelos apreços do B. Angélico na capela vaticana do papa Nicolau V, de distribuir aos pobres as colectas dos cristãos de Roma.

 

        Esta era de fato uma das funções de diácono, e Lourenço, feito diácono pelo papa Sisto II, era o arcediago      da comunidade dos diáconos romanos. É compreensível por isso que no auge da perseguição de Valeriano, o   próprio pontífice, preso e conduzido ao martírio, deu ao diácono o encargo de distribuir tudo o que tinha aos        pobres. Quando o imperador - se lê na Paixão - impôs a Lourenço de entregar-lhes os tesouros dos quais tinha         ouvido falar, ele reuniu diante de Valeriano um grupo de indigentes exclamando: "Eis aqui os nossos tesouros,

que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte."

 

          Durante a mesma época, o imperador romano, possivelmente Aureliano, não via com bons olhos o crescimento do cristianismo, considerando-o uma ameaça ao seu trono. Publicou então éditos, mandando         fechar e confiscar todos os lugares de culto e todos os cemitérios cristãos, bem como punir com o exílio ou a      morte os dirigentes das comunidades. Foi nestas circunstâncias que Lourenço acabou sendo preso e         martirizado pelo ano de 258 A esta guda e sábia resposta ("Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte") fazem eco as últimas palavras do mártir, que colocado sobre um       braseiro ardente e já vermelho como um tição de fogo, teria encontrado coragem de fazer uma piada:                 "Vira-me, dizia ao carrasco, que já estou bem assado deste lado."

 

        O heróico testemunho de fé prestado pelo mártir foi eficazmente relembrado pelo papa Dâmaso: "chicotes,

algozes, as chamas, os tormentos, as correntes, nada puderam contra a fé de Lourenço." O papa, que admirava as virtudes do mártir glorioso, edificou-lhe a segunda igreja, sob as ruínas do teatro de Pompeu, fazendo para ele a

primeira excepção: nenhum mártir antes dele tinha tido igreja fora do lugar do martírio.

 

        O Diácono Lourenço sofreu o martírio a 10 de Agosto de 258. Nas Atas do martírio de são Lourenço lê-se que o mártir, antes de ser posto sobre a grelha aquecida por carvões ardentes, quis rezar por Roma. A cidade foi-lhe grata

por este ato de amor dedicando-lhe nada menos e trinta e quatro igrejas, a primeira delas, segundo o costume no

 lugar do martírio. Até mesmo os padroeiros da cidade, são Pedro e são Paulo não tiveram tanta honra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Flowchart: Alternate Process: Irmãos da Fraternidade  
 

 
Frei Bernardino Lima:
Vice-Provincial
 
 
 
                                           
 

 
 Frei Baessa Silva, Guadião e Mestre dos Pós-Noviços

 
 
Frei José Carlos Gomes   
 
Pós-Noviço

Frei Alcindo do Rosário Lima        Pós-noviço
 

 
 
Frei José Manuel  Mendes
 
Pós-Noviço

Frei Lourenço Faria Rosa 
Pároco 

Frei Domingos Alves Mendes  
Vigário Paroquial
                                                                                                                                                                                                                                      
 Contacto:
 
       Ilha do Fogo
       Paróquia de São Lourenço C. P. 66
       Telefone: (00238)2812587
Vida Fraterna
A fraternidade de São Lourenço apesar de ser reduzida, faz a assistência espiritual 
à vários fiéis e fazem a vida fraterna.
 
Paróquia de São Lourenço 
 
 
 
Eucaristia: 
  
 
       São Lourenço: Igreja Paroquial às 9h 
       Ponta Verde. às 16h30 
       Galinheiro: às 16h 
       Campana Baixo: às 10h 
       São Jorge: às 11h30 
       São Francisço: às 11h 
       Campanas de Cima: às 15h aos sábados 
  
Grupos de Animação: 
 
        Legião de Maria
        Escuteiros
        Jufra
        Ordem 3ª Franciscanas
 
Abertura do Ano Pastoral
 
A Paróquia de São Lourenço na ilha do Fogo, na última semana de Outubro,                      deu-se a abertura do ano pastoral e contou com todas as forças vivas da paróquia na           Igreja Paroquial  de São Lourenço. 
 
 
O Programa da Pastoral Caquéctico. 
 
CALENDARIZAÇÃO DA CATEQUESE
 
 
   Há Centros de formação Infantis 
 
Uma pequena história da vida do Padroeiro da Paróquia
 
 No dia 10 de Agosto na Ilha do Fogo celebra-se o dia de São Lourenço.
 
A História da vida de São Lourenço
 
        Lourenço era diácono da Igreja de Roma pelos anos 250. Tinha como encargo administrar os bens da           Igreja,bem como auxiliar os pobres e levar a Eucaristia consagrada pelo Papa às Igrejas das vizinhanças de         Roma. A sua imagem, aureolada de lenda já nos escritores bem próximos deles (como Prudêncio), nos é         familiar no gesto, fixados pelos apreços do B. Angélico na capela vaticana do papa Nicolau V, de distribuir aos pobres as colectas dos cristãos de Roma. 
 
        Esta era de fato uma das funções de diácono, e Lourenço, feito diácono pelo papa Sisto II, era o arcediago      da comunidade dos diáconos romanos. É compreensível por isso que no auge da perseguição de Valeriano, o   próprio pontífice, preso e conduzido ao martírio, deu ao diácono o encargo de distribuir tudo o que tinha aos        pobres. Quando o imperador - se lê na Paixão - impôs a Lourenço de entregar-lhes os tesouros dos quais tinha         ouvido falar, ele reuniu diante de Valeriano um grupo de indigentes exclamando: "Eis aqui os nossos tesouros, 
que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte." 
 
          Durante a mesma época, o imperador romano, possivelmente Aureliano, não via com bons olhos o crescimento do cristianismo, considerando-o uma ameaça ao seu trono. Publicou então éditos, mandando         fechar e confiscar todos os lugares de culto e todos os cemitérios cristãos, bem como punir com o exílio ou a      morte os dirigentes das comunidades. Foi nestas circunstâncias que Lourenço acabou sendo preso e         martirizado pelo ano de 258 A esta guda e sábia resposta ("Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte") fazem eco as últimas palavras do mártir, que colocado sobre um       braseiro ardente e já vermelho como um tição de fogo, teria encontrado coragem de fazer uma piada:                 "Vira-me, dizia ao carrasco, que já estou bem assado deste lado." 
 
        O heróico testemunho de fé prestado pelo mártir foi eficazmente relembrado pelo papa Dâmaso: "chicotes, 
algozes, as chamas, os tormentos, as correntes, nada puderam contra a fé de Lourenço." O papa, que admirava as virtudes do mártir glorioso, edificou-lhe a segunda igreja, sob as ruínas do teatro de Pompeu, fazendo para ele a 
primeira excepção: nenhum mártir antes dele tinha tido igreja fora do lugar do martírio. 
 
        O Diácono Lourenço sofreu o martírio a 10 de Agosto de 258. Nas Atas do martírio de são Lourenço lê-se que o mártir, antes de ser posto sobre a grelha aquecida por carvões ardentes, quis rezar por Roma. A cidade foi-lhe grata 
por este ato de amor dedicando-lhe nada menos e trinta e quatro igrejas, a primeira delas, segundo o costume no
 lugar do martírio. Até mesmo os padroeiros da cidade, são Pedro e são Paulo não tiveram tanta honra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Última actualização: 02/02/10.

© Irmãos Capuchinhos de Cabo Verde 2010